Para-brisa riscado, manchado ou trincado?Antes de trocar, vê se dá pra recuperar.
Mostra o vidro pra gente. A Supreme avalia e diz o que faz sentido fazer.
- Casa Amarela, Recife
- Hora marcada
- Um carro por vez

Olha o que pode mudar.


Não é só passar uma máquina no vidro.
O Amauri mostra como é feito, num para-brisa de verdade.
- 5lixas para vidro
- 3máquinas
- 1ºo carro é protegido

Ler o que ele fala
Pessoal, vamos fazer o processo de remoção de arranhão desse para-brisa. Eu vou mostrar a vocês todo o processo, do início ao fim. Acompanhe.
Antes de começar qualquer correção, existe uma preparação. Primeiro, o vidro é limpo para conseguir enxergar melhor os riscos, entender o estado daquele para-brisa e saber exatamente onde vai ser trabalhado. Depois disso, o carro é protegido. A ideia é evitar que resíduos do processo caiam na pintura, sujem outras partes do veículo ou criem qualquer tipo de problema durante o serviço.
E é aí que começa uma parte que muita gente não vê quando olha só para o resultado final. Para fazer um serviço desses são usados equipamentos específicos, três máquinas diferentes, produtos e vários insumos. Só na etapa de lixamento, por exemplo, nesse para-brisa foram utilizadas cinco lixas específicas para vidro, e cada uma custa em média R$ 27,00. E não são lixas comuns, iguais às usadas em pintura. São lixas feitas justamente para trabalhar o vidro, seguindo etapas diferentes até conseguir remover os arranhões dentro do que aquele para-brisa permite.
Durante esse processo, o vidro vai ficando com uma aparência mais opaca, quase acinzentada. E isso é normal. Depois do lixamento, entra outra etapa importante, o polimento. É aí que é utilizado o óxido de cério, um composto específico usado para devolver a nitidez ao vidro depois dessa correção. Também são usadas boinas específicas para esse tipo de trabalho, diferentes das que normalmente são usadas em pintura automotiva.
E tem um detalhe que ajuda a entender por que esse serviço não é simplesmente passar uma máquina no vidro. Durante todo o processo, é preciso controlar o lixamento, a velocidade da máquina e até a temperatura, porque trabalhar de forma errada pode acabar danificando o vidro.
Nesse carro, por exemplo, o para-brisa é original da Toyota, e ainda mantém a identificação original da peça. Então o objetivo do trabalho também é, sempre que existe condição para recuperação, preservar esse vidro que já está no carro, junto com sua vedação e identificação original, sem partir direto para uma substituição.
Depois de finalizar o lixamento e o polimento, vem a última parte: conferir o resultado, limpar o vidro por dentro e por fora, retirar toda a proteção do carro e deixar tudo pronto para entrega.
No final, ele mostra de perto o para-brisa pronto para a entrega.
E no teu, o que dá pra fazer?
Avaliar o meuNão adianta tirar o risco e deixar o vidro pior.
Arrasta para ver o que acontece
Cada vidro tem um limite.
Por isso a Supreme avalia até onde dá pra trabalhar, antes de mexer.
Método Supreme de Revitalização de Vidros
Agora é o teu
Qual é o problema do teu para-brisa?
Toca no que mais parece com o teu. Depois é só o carro e onde ele fica.
Riscos e arranhõesPalheta, arranhões, desgaste
Manchas e marcasVidro marcado, sem nitidez
TrincaPedra, estrela, meia-lua
- Mais de um problemaUm pouco de cada
- Não sei dizerQuero que alguém olhe
Não sabe dizer? Tudo bem — mostra pra gente.
Não é um caso isolado.
Outros para-brisas que passaram pela Supreme. Toca para ampliar.
Marcas e manchas 

Riscos e desgaste 

Para-brisa de um clássico 

Se for trinca, a avaliação muda.
É outro tipo de reparo. Pode ficar cicatriz — e tem trinca que não dá pra reparar.
Trinca reparada 

A cicatriz que fica 

Ainda ficou alguma dúvida?
Quanto custa?
Depende do estado do vidro e do serviço que ele precisa. Por isso a Supreme avalia o para-brisa antes de passar o valor.
Quanto tempo leva?
No para-brisa, de 2 a 4 horas, dependendo da gravidade dos arranhões. Atendimento com hora marcada, um carro por vez.
Preciso trocar o para-brisa?
Nem sempre. Se existe condição de recuperar, o original continua no carro. Se não fizer sentido, a gente diz.
Todo risco sai?
Não. Cada vidro tem um limite. A avaliação serve pra saber até onde dá pra trabalhar sem criar outro problema.
E se estiver trincado?
É outro tipo de reparo. Pode ficar cicatriz e tem trinca que não dá pra reparar. Primeiro a gente avalia.
Onde fica?
Rua da Harmonia, 243, Casa Amarela, Recife — em frente ao Canavial Bar.